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Agenda
LULA PENA
Música,Música Pop
DATA
HORARIO
LOCAL
02 Jun 2017
21:00 - 22:00
Prado
Lula Pena (Lisboa, 1974) é uma cantora, guitarrista, compositora e intérprete portuguesa, que lançou em janeiro último o seu novo disco "Archivo Pittoresco", lançado internacionalmente pela editora belga Crammed Discs. "Archivo Pittoresco" segue-se a "Troubadour" (Mbari), de 2010. Com a edição de "Troubadour", e os anos que se seguiram nesta década a transformá-lo ao vivo, dentro e fora de Portugal, tornou-se claro que Lula é cada vez mais um tesouro partilhado de todos os lusófonos de coração, fruto da sua fascinante abordagem à canção popular global, radicada numa expressão artística singular que entretece tantas tradições de música, som e poesia. "Archivo Pittoresco” reflete precisamente isso, ao longo dos seus 13 temas. Dominando um estilo seu a tocar a guitarra que nos concentra a atenção, e um trovar/trocar de línguas latinas e os seus perfumes, sotaques, inquietações e esperanças que nos envolve e transporta, Lula faz justiça a uma vocação abençoada para escolher, compor e justapor repertório que aprimorou ao longo do tempo.

Para o concerto que inaugura o grande palco instalado no Prado, o Serralves em Festa lança o desafio a Lula Pena de convidar alguns músicos a contribuírem para novas versões das músicas que normalmente apresenta em concertos a solo. Assim sendo, em palco, a Lula Pena juntam-se Hayden Chisholm, saxofonista e multi-instrumentista neozelandês, e Angélica Salvi, harpista espanhola sediada no Porto, numa formação em trio original e em estreia nacional.

Lotação: 400 pessoas
HORIZON - CHLOÉ MOGLIA (COMPANHIA RHIZOME)
Circo Contemporâneo,Circo Contemporâneo - Acrobacia
DATA
HORARIO
LOCAL
02 Jun 2017
21:30 - 22:00
Parterre Central
03 Jun 2017
19:00 - 19:30
Parterre Central
04 Jun 2017
19:30 - 20:00
Parterre Central
"Horizon” é uma peça de suspensão que envolve apenas uma acrobata. Inscrita na paisagem, "Horizon” propõe-nos a exploração da relação de um corpo com as condições de poder e fragilidade, ação e repouso, trivialidade e tragédia, exigência e bem-estar, peso e leveza. O que é que se suspende com este corpo a solo? O que é que se revela na sua observação? Uma sensação provisória, efémera, onde tempo e espaço aparentam expandirem-se.

Chloé Moglia nasceu em Perpignan, França. Aprendeu Trapézio na CNA e Artes Marciais com Jean-Michel Chomet. Em 2009, funda a associação Rhizome na Bretanha, apoiada pela BNP Paribas Fundation, pela Region Bretagne e pelo Ministério da Cultura (DRAC Bretanha) para o desenvolvimento dos seus projetos artísticos. Nos últimos anos, Chloé Moglia integra a prática de artes marciais no seu pensamento artístico e o confronto com o vazio torna-se uma obsessão e fundamento para o seu trabalho  de experimentação e de criação de espetáculos e performances. As suas criações a solo e colaborativas mais relevantes são: Nimbus (2007), Rhizikon (2009), Opus Corpus (2012), Le Vertige (Vertigo-2012) com Olivia Rosenthal e Aléas com cinco acrobatas aéreos (2014-2015). Em 2015, iniciou uma nova criação intitulada de Carla (trio) e Ose, em 2016.

Conceção e performance: Chloé Moglia

ASTRONOMIA NO PARQUE
Astronomia
DATA
HORARIO
LOCAL
02 Jun 2017
22:00 - 24:00
Eira
A noite inicia-se com a observação da Lua, em quarto crescente, e da "super estrela" Júpiter, ambos na constelação da Virgem, virados a Sudoeste. Crateras, montanhas e mares da Lua, assim como as luas galileanas de Júpiter, serão os nossos alvos preferenciais. Virado a Sudeste, está o planeta Saturno, que nasce por volta das 22h e que não irá subir o suficiente para ser possível observá-lo (e aos seus famosos anéis). Mas, ao contrário de Saturno, bem alta no céu estará a constelação de Hércules, onde os telescópios poderão mostrar o enxame de estrelas de Hércules. Este enxame globular, com cerca de 300 mil estrelas e a mais de 25 mil anos-luz de distância, não é visível a olho nu, mas pode ser encontrado a meio caminho entre as duas estrelas mais brilhantes a essa hora: Arcturus, na constelação do Boieiro, e Vega, na constelação da Lira. Venha desfrutar de um serão descontraído no Parque e conversar com os Astrónomos sobre esta ciência milenar!

Ponto de encontro: Eira 
Orientação: Centro de Astrofísica da Universidade do Porto/Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço
HALKA - LE GROUPE ACROBATIQUE DE TANGER
Circo Contemporâneo
DATA
HORARIO
LOCAL
02 Jun 2017
22:00 - 23:00
Clareira das Azinheiras
03 Jun 2017
22:00 - 23:00
Clareira das Azinheiras
"Halka” significa energia do círculo. É o lugar ocupado pela multidão, habitualmente situado numa praça pública, onde se encontram os artistas, acrobatas, cantores e pregadores. Cada "Halka” tem o seu Hlaïka, o seu animador, um virtuoso da palavra e do gesto.
É em "Halka” que Le Groupe Acrobatique de Tanger exalta a cultura popular, uma cultura militante, democrática, acessível a todos. Questionar, conservar e valorizar a acrobacia marroquina é a sua prioridade. A Companhia funda a sua abordagem às artes da acrobacia nas ligações entre a arte ancestral e a criação contemporânea, entre o seu território e as suas origens patrimoniais. 
Nascida de uma tradição guerreira, a acrobacia de Halka transformou-se num arte que combina pirâmides humanas, rodas e saltos, realizadas habitualmente em praças ou na praia. As suas proezas acrobáticas, poderosas e singulares, fundamentam o vocabulário contemporâneo nesta tradição, herdada do passado e continuamente atravessada pelo sagrado e profano. A música, composta por poesia declamada, gritos, cantos e percussões, dialoga com as acrobacias. Como se o gesto não existisse sem a voz e a energia do movimento se apoiasse sobretudo na respiração coral dos cantos e da música.
"Halka” celebra a liberdade de uma cultura e a capacidade de ultrapassar, graças a esta arte, fronteiras geográficas, culturais e sociais.

Criação coletiva: Le Groupe acrobatique de Tanger 
Najwa Aarras/ Lamiae El Alaoui, Mohamed Takel, Amal Hammich, Mohammed Hammich, Mustapha Aït Ouarakmane, Adel Châaban, Mohammed Achraf Châaban, Mhand Hamdan, Abdelaziz El Haddad, Samir Lâaroussi, Younes Yemlahi, Ouahib Hammich, Hamza Naceri, Hammad Benjkiri
Colaborações artísticas: Abdeliazide Senhadji, Airelle Caen, Boutaina el 
Colaborações acrobáticas: Abdeliazide Senhadji, Airelle Caen, Nordine Allal
Colaboração em acrobacia marroquina: Mohammed Hammich (le père)
Criação Luz: Laure Andurand
Criação Musical: Xavier Collet
Produção e difusão: Jean-François Pyka


VAIAPRAIA E AS RAINHAS DO BAILE
Música,Música Pop/Rock
DATA
HORARIO
LOCAL
02 Jun 2017
22:00 - 22:45
Ténis
Na opinião do jornalista e crítico musical Rui Eduardo Paes, 1755 foi o melhor álbum de rock editado no nosso país em 2016, apesar de não ter surgido na maior parte das listas do ano, fosse porque o seu lançamento ocorreu já no final do mesmo ou porque Rodrigo Vaiapraia lançou o apelo de que não se façam "rankings” de música. Uma coisa é certa: a quantidade de textos saídos na imprensa sobre o disco, já no início de 2017, ou o facto da Galeria Zé dos Bois ter esgotado na sua festa de lançamento provou que tal não aconteceu por alheamento. O primeiro longa-duração dos Vaiapraia e as Rainhas do Baile é também o primeiro trabalho que, em Portugal, representa a tendência musical a que se dá o nome de queercore. Nos temas deste terramoto feito de agitações pessoais muito profundas e intensas, as de um queer com orgulho de o ser, convivem uma adoção nada inocente da pop bubblegum e uma abordagem punk que tem tudo de militante e interventiva, resultando numa música que tanto nos anima como nos põe a pensar e a querer agir. As suas aparições ao vivo são ocasiões especiais e quase raras, apesar do trio já ter partilhado o palco com bandas internacionais como Trash Kit, Peach Kelli Pop ou Feels.

Parceiro: Spring Toast Records